domingo, 4 de dezembro de 2011

Voo de Balão - Águas de São Pedro

Eu estava devendo uma infos sobre o voo de balão que fiz ano passado para a Vanessa, e pensei, por que não já não fazer um post né? Afinal, não é de hoje que quero começar a postar sobre as viagens que faço, porém, sempre acabo adiando e nunca posto. Então considerem esse o primeiro post da série!

Bom, eu "caí de paraquedas" nesse voo de balão, que na verdade foi um convite da minha amiga Vanessa (outra Vanessa), então não fiz pesquisas quanto as empresas de voo, visto que ela já havia definido voar pela Air Brasil, empresa que conheceu através de anúncio que viu em alguma revista de aventura. E o balão que voei, foi exatamente esse ai que aparece no site.

Mas deixando pra falar do voo um pouquinho depois, optamos por ir pra Águas de São Pedro no sábado a tarde, e nos hospedamos no hostel "Estrela da manhã", o único hostel de Águas de São Pedro, é aconchegante e tem uma fofa geladeira de vaquinha.

Chegamos lá no fim da tarde, e decidimos ir curtir a tradicional festa de São Pedro, que ocorre todos os fins de semana do Ano na cidade de São Pedro, que é colada com Águas de São Pedro, bem perto.

Lá tinha muita comida de festa junina, bingo, churrasco, só ficou devendo nas músicas juninas, ainda mais pq era junho! Na frente do local da festa, tem uma praça bonitinha, com um coreto, que rende algumas fotos. Além da estátua de um cara que "Viveu e morreu em São Pedro, e foi poeta, somente poeta" segundo a lápide, fato que rendeu algumas risadas.

Depois, por ali mesmo, terminamos a noite em um boteco bebendo cerveja. O dia seguinte era o dia de madrugar para o voo.



Era junho, pegamos um fim de semana extremamente frio em Águas de São Pedro. Durate o dia fez bastante sol, mas o voo começa às 6 horas da manhã, ou seja, a van da Air Brasil pegou a gente no hostel aproximadamente 5h30, quando estava MUITO, muito frio!! E ainda completamente escuro. Os voos só saem a esse horário, pois depois disso não é seguro devido a intensidade do vento.

As instruções da Air Brasil era ir com agsasalhos leves para "caminhada", pois o fogo do balão ajuda a aquecer o interior da cesta. MENTIRA. Seguir esse conselho me fez passar o maior frio DA MINHA VIDA. Olha que já passei bastante frio em outras situações, estando completamente molhada inclusive, mas nada superou o frio que passei o voo de balão.

Quando chegamos no "aeroporto", ainda no escuro, tivemos a oportunidade de ver a equipe abrindo o balão, e depois inflando. O Voo saiu quando ainda estava escuro, e não era nada do que parecia ser. A cesta comportava 16 pessoas, além do "piloto", era bem firme e passava total sensação de segurança. E não tinha saquinhos de areia (huahauhuahua).
Uma coisa interessante é que o voo não tem rota nem local de pouso definido, vai indo para onde o vento levar e o local de pouso é totalmente surpresa, tanto para nós quanto para o Piloto.

O Voo é lindo, mas não dá medo, parece algo totalmente seguro. Vimos o sol nascer do balão, e é legal ver as vaquinhas correndo lá embaixo quando veem o balão passado. Mais detalhes do voo eu vou ficar devendo, porque sinceramente, eu estava com tanto frio que não consegui curtir o voo direito, passei parte do voo agachada na cesta pra me proteger do vento ( sério rsrs)



Pousamos na fazenda Santa Maria, e ai sim, foi a parte com mais de mais emoção, pois o pouso começou no meio de um CANAVIAL. E balão saiu arrastando cana pra tudo quando é lado, e o piloto conta com nossa ajuda pra jogar o peso pra um lado e para o outro. Nesse momento, o carro de apoio já está no local (pois ele vai seguindo as coordenadas por gps), e desce pessoas do carro de apoio pra auxiliar a direcionar o balão pro lugar certo ( no caso, tirar do canavial), jogar peso pra um lado e pro outro, de acordo com as instruções do baloeiro) essa parte é bacana demais aahahahaha).



O nosso pouso foi "sem emoção", segundo o Feodor (Piloto), pois dependendo do vento, pode ocorrer o pouso "com emoção", onde nos instruem a se posicionar de maneira específica na cesta, pois ela VIRA na hora do pouso. (Ainda quero pousar com emoção um dia! haha)




E como é a tradição vinda de algum país cujo não me lembro o nome, esse carro de apoio trás os suprimentos necessários para um café da manhã regado a champagne, com um brinde ao sucesso do voo!


Após o voo, a van da Air Brasil nos levou pra pousada, onde tomei um dos banhos quentes mais gostosos da minha vida! Depois fomos conhecer a cidade, almoçar e visitar as fontes de águas medicinais fedidas. Mas não se engane, tanto o local para tomar banho quanto para coleta das águas, é completamennte encanado, com torneiras, pias e etc. Eu fui achando que íamos pegar água direto da bica, e que os banhos eram piscinas naturais, não é nada disso!

Não fizemos nada além disso, retornamos cedo para São Paulo. Mas lá tem um parque com algumas opções de esportes de aventura (arborismo e coisas assim), que pode ser aproveitado.


Quanto ao pessoal da Air Brasil, não tenho do que reclamar, super profissionais e gente boa. Depois o Feodor (Piloto) ainda nos mandou as fotos que a equipe fez por terra, bem como a rota que o balão percorreu no google earth.

O custo do voo, em junho de 2010, foi de R$ 300 por pessoa, incluindo o translado do hostel para o local do voo e o café da manhã. Como estavamos em um grupo grande, tivemos 5% de desconto sob esse valor.

domingo, 20 de novembro de 2011

Felicidade que não cabe na dispensa...

...e nem no meu estomago. E olha que ele é grande.

Pra ler ouvindo isso aqui.

Eu tô feliz, muito, sem exgero, novembro tá sendo o melhor mês no ano, quiça da minha vida. Não só novembro, setembro, outubro, também foram meses ótimos, cada um do seu jeito, mas novembro tá sendo especial.

Não que tenham acabado os milhões de problemas, não que eu não esteja puta com essa quantidade de trabalhos da pós que tenho pra fazer, mas o importante é que tô conseguindo viver apesar disso.

Semana passada foi aquela viagem pra São Tomé das Letras que todo mundo já deve estar cansado de saber, choveu, fez frio, e isso não estragou a viagem. Foi maravihosa, com amigos ótimos, tudo maravihoso....não consigo encontrar outra palavra pra descrever. Viagens já fiz muitas, muitas que foram boas, mas essa consegui curtir plenamente, COM MEU CABELO NOVO QUE NÃO ESTRAGAVA, obra divina, melhor coisa do mundo!

Tô tão feliz, por esse, e outros motivos, que tive que parar tudo pra bloggar aqui, pq não cabia em mim, não tá cabendo.

E daí que faz muito tempo que penso numa tatuagem, mas tudo que eu pensava pra tatuar, parecia que podia perder o sentido com o tempo, que no futuro poderia me arrepender. E ai, achei em São tomé um artista fantástico, que fez um camiseta pra mim super personalizada, uma escaladora de patins (é, pra vcs pode não ter sentido..rs), mas pra mim faz sentido, não só pela imagem, mas pelo momento que estou vivendo, esse desenho tem outro significado grande na minha vida embora eu não queira me extender falando disso aqui.

Mesmo que eu nunca mais escale, mesmo que eu nunca mais ande de patins, ela nunca vai perder seu significado. E agora que achei algo assim, finalmente ví sentido em fazer uma tatuagem, que particularmente, não acho uma coisa pra se fazer só pq é "bonitinho", tem que ter um significado (pra mim, cada um tem sua forma de pensar).


Claro que não vai ser exatamente como na camiseta, não vai ser com o textos, provavelmente o crepusculo também não, e talvez sofra outros ajustes. Vou na próxima semana conversar com o tatuador, aguardem!

Engraçado. Lendo posts de blogs antigos meus, que vocês nem tem acesso, percebo a quantos anos espero pra escrever esse post. Suspirando, sem ter nada pra reclamar, só a agradecer.

Enfim, tô praticamente em nirvana, meu coração tá quente. ME DÁ UM ABRAÇO?


obs: vocês vão achar que fumei um antes de escrever esse post né? huahauaa tô sóbria, juro.

domingo, 30 de outubro de 2011

As flores de plástico não morrem

(foto minha mesmo)

Esses dias estava no bar com as meninas e brotou o assunto "eu nunca ganhei flores".

Pra começar, o mundo inteiro sabe que eu "não gosto" de ganhar flores. Primeiro tenho dó das flores que vão enfeitar uma mesa no máximo uma semana e vão morrer, segundo que, sendo prática, elas não tem utilidade (podem me chamar de insensível haha), prefiro que elas fiquem plantadas nos seus cantinhos, prefiro flores na minha jardineira (se eu tivesse uma) do que na minha mesa, prefiro ver uma flor bonita por ai e fazer uma foto legal, prefiro que fotografem uma flor, mostrem a foto e digam: lembrei de você, mas flores "defuntas", não, não fazem meu tipo. Não significa que vou odiar se vir a ganhar, provavelmente vou gostar pelo carinho que a pessoa teve, enfim, ahh, vocês entenderam.

Ai também parei pra pensar nas "flores" que ganhei (como se tivessem sido muitas blááá).

Flores flores, do jeito clássico, um bouquet, com cartão e bla bla bla, ganhei uma vez, de alguém que (sorry), não significava nada para mim. Um cliente doido da empresa que eu trabalhava que, sei lá pq cargas d'água, resolveu me perseguir. Saí uma vez pra tomar um café com ele, vencida pela insistência, e fiquei putissíma da vida pq o sujeito não parava de tentar me agarrar, mesmo eu dizendo com todas as letras que não ia rolar. Daí depois ele pediu mil desculpas e enviou as tais flores. E depois de continuar sendo perseguida por um tempo, acabou por ai.

Outra vez um menino que fiquei, que gente, só depois aceitei, mas era gay enrrustido com certeza. No first date ele me contou que colecionava orquídeas, vai vendo (esse não foi exatamente o motivo dessa conclusão, mas enfim). Outro dia ele me falou de umas flores que "não morrem", não lembro o nome, são umas flores pequenininhas muito usadas para arranjos secos, quando elas "morrem" ficam secas e inteirinhas, continuam bonitas, enfim, no próximo encontro ele tirou do bolso duas ou três florzinhas dessas e me deu.

E a mais recente e nada a ver, semana passada, e pessoa fez uma espécie de dobradura com o canudinho da caipinha e colocou na minha frente, eu nem tchum. Depois veio o garçom, levou os copos e levou "a coisa de canudo" também. Algum tempo depois ouvi "cadê a florzinha que eu te fiz?" huahuahua. ok - era uma flor, mas não parecia, juro.

Uma flor de canudo, uma flor de plástico. Uma dessas que não morrem.



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A solidão dos números primos

Eis que um dia eu tava falando com o @paulololol por msn, e comecei a conjeturar sobre os números primos, sobre como eles são sozinhos, sobre como eles são tão eu. Daí a conversa virou aquela zona de gente doida, pois classificamos os números de acordo com o seu grau de solidão e promiscuidade, e claro, os primos "somos nózes"...

(pra vocês podem não fazer sentido assim no começo, mas é que eu sou de exatas gente, me entendam haha).

Daí que uns dias depois, ou eu ou ele achamos um livro chamado justamente "A solidão dos números primos" e eu achei fantástica essa coisa de existir um livro que explanasse a minha teoria (eu pensava isso antes do livro, juro, @paulololol é testemunha), daí fiquei querendo esse livro e nunca comprei, passou, esqueci..

Daí que ontem a lindosa @a_sarita comentou que estava lendo esse livro, e depois de eu praticamente colocar uma arma na cabeça dela, ela me enviou esse trecho que fala da teoria dos números primos....e é lindo, lindo, e é tão eu.

Daí eu queria compartilhar, tenho certeza que mais gente vai se identificar.

Os números primos são divisíveis por um e por si mesmos. Estão em seus lugares na série infinita dos números naturais, comprimidos entre dois, como todos, mas um passo adiante em relação aos outros. São números suspeitos e solitários, e por isso Mattia os achava maravilhosos. Algumas vezes pensava que naquela sequencia houvesse finitos, que, por engano, tivesse ficado presos, como pequeninas pérolas enfiadas num colar. Outras vezes, no entanto, suspeitava que eles também gostariam de ser como todos, apenas números quaisquer, mas que, por algum motivo, não tinha sido capazes. Este segundo pensamento lhe ocorria sobretudo à noite, no emaranhado caótico de imagens que precede o sono, quando a mente está demasiado debilitada para contar mentiras a si mesma.

Em um curso do primeiro ano, Mattia tinha estudado que entre os números primos existem alguns ainda mais especiais. Os matemáticos os chama de primos gêmeos: são casais de números primos que estão lado a lado, ou melhor, quase próximos, porque entre ele s sempre há um número par, que os impede de tocar-se verdadeiramente. Números como o 11 e o 13, como o 17 e o 19, o 41 e o 43. Com paciência para continuar contando, descobre-se que esses casais logo rareiam. Encontram-se números primos cada vez mais isolados, perdidos naquele espaço silencioso e cadenciado, feito apenas de cifras, e se tem o pressentimento angustiante de que os casais encontrados até ali sejam um fato acidental, que o verdadeiro destino seja mesmo permanecer sozinhos. Então, justamente quando se está presetes a desistir, quando já não se tem vontade de contar, eis que se esbarra em outros dois gêmeos, agarrados um ao outro. É convicção comum entre os matemáticos que, até onde se possa avançar, sempre haverá outros dois, mesmo que ninguém seja capaz de dizer onde, até que sejam descobertos.

Mattia achava que ele e Alice eram assim, dois primos gêmeos sós e perdidos, próximos mas não o bastante para se tocar de verdade. Ele nunca dissera isso a ela. Quando imaginava confessar-lhe essas coisas, a sutil camada de suor das suas mãos evaporava completamente, e durante longos dez minutos não era mais capaz de tocar nenhum objeto.


(EM A solidão dos números primos)

** seca a lagriminha

**** Obrigada Sarita!!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

eu odeio meu cabelo, parte II

tô estranhamente extasiada essa semana, coisa do tipo, oi, é meia noite, eu vou acordar às 5h30, mas estou aqui blogando.

quase comprei uma barraca de camping, mas achei melhor esperar o "fogo" passar

decidi oficialmente ir conhecer o Peru em julho de 2012, e meu tcc de pós, que logo vou começar, vai ter esse tema: uma viagem para o Peru, e tô muito feliz com isso.

e tô pensando em ficar sócia da academia e escalada, e investir nisso como um esporte. OI? é!

e o mais estranho: consegui acordar sábado e me focar nos trabalhos da pós até ás 17, e ficar livre o resto da semana. tá, acordei às 10, dei minhas pausas, mas ainda assim consegui terminar, e consegui socializar o resto do final de semana.

algumas coisinhas mágicas estão funcionando, e só a intense e poucas outras pessoas vão entender essa frase, mas ok!

Mas entrei aqui pra falar sobre outra coisa. Semana passada falei pra psicanalista como odiava o trabalho que dá meu cabelo, ela perguntou se eu já pensei em mudar (quimicamente), eu disse que nunca tive coragem, pois apesar de não gostar dele, quero continuar tendo cachos...daí ok, não pensei mais sobre isso.

daí hoje a Ana, comentou esse post que fala justamente sobre esse meu caso com meu cabelo, e comentou da progressiva que ela fez. Daí hoje, na pós, do nada veio a colega também me falar que progressiva aliviou a vida dela, que não preciso tirar os cachos, só dar uma aliviada, e recomendou um cabeleireiro ótimo, segundo ela. Sei lá, a Phoebe que existe dentro de mim achou tudo isso coincidência demais. Daí que nessa vibe porra louca que eu tô, PREPAREM-SE, pq tomei coragem e amanhã vou marcar pra fazer algo nessa juba...

Aceito orações.

* nem revi ortograficamente esse post, escrevi de qualquer jeito pq preciso ir dormir, relevem!

Beijos da gorda.

sábado, 20 de agosto de 2011

Gatos malditos

eu estava na casa a minha tia, lá tinha um gato com a pelagem meio parecendo onça pintada, e ele grudou no meu braço, quanto mais eu tentava tirá-lo de mim, mais ele me furava com suas unhas e dentes, saí com a mão toda machucada, indignada, irritada, e me perguntando se ele era vacinado, se eu ia ficar doente por conta das mordida

ai outro belo dia voltei na casa da minha tia, e tinha outro gato, que parecia mais dócil. ele também grudou no meu braço, mas ele não mordia, e fiquei fazendo carinho nele conforme instruções da minha tia, mas ainda meio desconfiada devido ao outro episódio. Ai o gatinho me levou até a garagem e me mostrou um pacote de ração que queria que eu abrisse, não sei pq mas eu não podia abrir, e não abri. Ai o maldito começou a me machucar denovo, ele estava sendo falso só pra conseguir a ração! Ai consegui me desvencilhar, o gato sumiu, eu sai, fechei a porta e fugi daquele lugar, e chamei minha mãe pra ir embora comigo, mas como ela demorou resolvi ir na frente e ja entrar no carro onde o gato assassino não poderia me pegar, e já ligar o carro pra quando minha mãe chegasse só arrancar.

Ai entrei no carro, liguei, e quando isso aconteceu, o carro começou a descer, descer velozmente, o freio não funcionava e tinha uns barbantes dentro do carro que fazia parte da armadilha.

O fdp do gato tinha sabotado meu carro! depois ele me pegou e começou a chupar meu sangue com as unhas, se deliciando com ele. (gato vampiro, oi?)



Gente, e eu cruzo com um hoje é capaz de chutar até matar.

**cat protectors, não surtem, é  lógico que eu não faria isso!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

eu odeio meu cabelo


Verdade que eu acho que combina muito mais comigo cabelo enrolado do que liso, nem gosto quando faço escova, também é verdade que depois que eu mudei o corte melhorou MUITO, e que quando há paciência pra arrumá-lo (e ele não tá de cu virado), fica até bonito, mas ainda assim é fato: eu detesto meu cabelo.

Detesto que ele é seco e sem brilho e cheio de volume, e que pra deixar ele minimamente decente eu tenho que pentear molhado e usar um monte de leave-in, e deixar secar ao natural. Todo dia de manhã a mesma luta pra sair de casa: ou eu lavo o cabelo, ou eu molho TODO o cabelo, aí claro, tenho que lavar no mínimo dia sim dia não. Ou quando tá muito frio tipo hoje, a única forma de sair de casa sem ter que lavar ou molhar, é puxar tudo pra cima, prender e passar uma "mãozinha com creme" pra abaixar. Fica AQUELA bosta, mas tem dia que NÃO DÁ.


se alguém mexe no meu cabelo, arma
se colocar uma touca e tirar, arma
ao acordar, não tem como aparecer em público antes de todo ritual pra arrumar. é isso ou sair parecendo um espantalho
e claro que depois de todo o ritual, ainda tem que ter todo aquele cuidado durante o dia, senão já sabe, é igual bandido: ou tá preso ou tá armado.

odeio ele mais ainda quando eu viajo, se viajo a noite e vou dormindo confortavelmente no ônibus, é certeza que vou chegar no destino parecendo um espantalho, e chegando lá vou ter que: ou prender e deixar uma merda, ou molhar/lavar, passar creme, pra que ele fique mínimamente decente quando secar. E geral acorda cedo pra desfrutar da viagem, e todas aquelas pessoas com o cabelos mais prático do mundo do mundo, passam um um pentinho ou nem isso e o cabelo tá beleza, e e eu tenho que correr pro chuveiro pra dar um jeito na piruca e ainda tenho que sair de cabelo molhado. ARGGGGGGG.


e se algum dia saio de casa com pressa e não ajeito o cabelo direito, passo o dia todo me sentindo com uma vassoura de palha na cabeça, uó.


eu odeio meu cabelo.

PRONTO DESABAFEI.

terça-feira, 5 de julho de 2011

checks matinais

6h00 toca o despertador, aperta o soneca.
6h15 o despertador insiste, aperta o soneca novamente
6h30 mais uma vez a porra do despertador, agora não tem jeito, hora de fazer a checagem matinal

estomago, ok, não tá doendo;
cólica, ok, não estou com;
febre, também não;
garganta, ok;
pulso ok, não é tendinite;
liga o rádio, não há nenhuma notícia de que está havendo um toque de recolher do pcc;
também não há notícia de neve impedindo que as pessoas saiam de suas casas;
parece que não há uma manada de elefantes fechando a rua de casa e nem um urso polar em iminência de ataque no meu portão.




droga, vou ter que sair da cama e ir trabalhar.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

inspiração

A Chris postou no facebook o link do "365 nuncas", um projeto que eu mais que amei, um blog que eu já lí de cabo a rabo.

Não é de hoje que a gente escuta essa história de "fazer uma coisa nova todos os dias", eu mesma já pensei nisso, mas nunca me atrevi a topar o desafio e levar adiante. Pois é, Elisa e Steffania iniciaram um projeto que tem justamente essa idéia: fazer uma coisa que nunca fizeram, durante os 365 dias do ano. E elas contam tudinho em posts diários no blog. 

Elas registram atitudes simples, diferentes, criativas, que realmente inspiram. Vale a pena conferir =]

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Tô fora!

Daí que ontem o pessoal lá do trampo estava agitando pra ir no hopi hari hoje, e quando me chamaram, a resposta foi imediata: nem por um caralho cravejado de brilhantes.

Pra começar os ingressos pra entrar lá estão custando R$ 80, OITENTA, gente, que absurdo. A última vez que fui paguei 35 ou 39, e já não achava barato, 80 é pra fazer qualquer um desistir...

Ai a cálega perguntou: - Mas você não vai pelo preço?

Não, não é pelo preço que não vou. É pra não passar 1 dia inteiro andando (ou melhor, parada em filas) debaixo de um sol torrencial na minha testa, pra conseguir andar só em 4 ou 5 brinquedos.

É pra não ter que ficar mais de 1 hora na fila pra comprar aquele lanche horrível que eles vendem lá, e ainda ter que partilhar com as abelhas.

Adoro os brinquedos, adoro mesmo, mas da última vez que fui  lá, foi tanto sol, tanta fila, que voltei sem vontade de voltar por um bom tempo, e a vontade ainda não voltou.

Não é questão de gastar, mas tou velha e ranzinza, se fosse de graça eu ainda ia pensar duas vezes se devia ir. Meu corpo clama por conforto..

Obladi obladá

Sabe, vontade de postar mil coisas, mil coisas que não quero / não posso / não vou publicar aqui de cara limpa, mas então, foda-se, se contentem com isso.

Voltei a trabalhar, pq né, ilusão minha achar que ia conseguir ficar sem ganhar dinheiro por muito tempo, pqp, é uma puta sensação ruim. Eu já estava conformada a voltar a trabalhar com redes, estudar infernalmente pra tirar certificações e coisa e tal, mas ai, ai acendeu aquela luz no fim do túnel, uma oportunidade em "outra área", em partes, continuo trabalhando no mesmo seguimento (telecom/internet), mas exercendo outra função. Tudo mudou, mas minhas experiências anteriores não são disperdiçadas....enfim, por enquanto estou gostando, e espero que dessa vez eu possa "me encontrar" profissionalmente. Confesso que é um alívio lidar o dia todo com os analistas de redes, mas não ser um deles, sério, sensação incrível.

Daí que agora entro as 8 no trabalho, não dá pra fazer academia de manhã, e tipo, broxei horrores de continuar malhando. Além disso o cansaço tá pesado, quando chego em casa umas 19h30 me falta pique pra ir malhar, bom, dessa vez achei melhor largar a academia e não o emprego, hehe. Tem uns 2 meses que não compareço, minhas pernas nunca estiveram tão finas (eu não notava resultado da academia, mas foi só parar, que ó...tô notando o inverso, tenso). E mesmo continuando a comer como um monstrinho, perdi 2 kg, ô, inferno.

Não sei se foi o fato de ter ficado 3 meses em casa, mas até agora não entendo como eu suportei trabalhar e estudar tanto tempo? Preciso voltar pro inglês, preciso fazer uma pós, preciso voltar pra academia...mas ai, que triste comprometer as noites, dormir menos. :'(

Enfim, por hora é isso. 
Obladi Obladá...Life goes on.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Empresas de merda (Ou: Aprendam como NÃO tratar um cliente)

Desde o meu primeiro emprego sempre sofri lavagens cerebrais sobre a importância de um bom atendimento ao cliente e blábláblá, e de certa forma acabei incorporando isso pra vida, acho simplesmente um absurdo empresas que não sabem tratar um cliente se como deve, e fico me perguntando, meu Deus, como essas empresas conseguem subir na vida.

Atualmente passo por uma situação que me deixou extremamente ENOJADA, pq sim, trata-se de uma mente tão pequena que além de raiva só consigo sentir nojo de como alguém pode agir assim. 

Explico:

Fui acessar uma vaga de estacionamento da academia que frequento (AMS COMPANY, sim faço questão de divulgar o nome), e um carro  à serviço da academia, pilotado por um funcionário da academia, estava parado bem na frente, deu uma ré e amassou a porta do meu carro. O dono da academia estava no estacionamento e presencionou tudo, disse que eu não me preocupasse, fizesse um orçamento e deixasse na recepção aos seus cuidados. Ok. Confiei na idoneidade da academia, sequer fiz um boletim de ocorrências pq realmente acreditei que a situação se resolveria facilmente. Ledo engano.

Era uma quinta-feira, na segunda-feira deixei o orçamento nas mãos do dono da academia, que ficou de avaliar e me retornar. Passaram-se 15 dias e não tive retorno nenhum, comecei a ir atrás do sujeito, como não o encontrava na academia, mandei um e-mail. Como resposta tive o pedido de levar o carro pra fazer um orçamento em um funileiro conhecido dele, ok. Daí até ele se dignar a me passar o endereço do funileiro foram mais 10 dias. LINDO exemplo de como tratar um cliente, né?

Nisso eu já tinha feito mais um orçamento em outra funilaria, um foi R$ 460 e outro foi de R$ 400, fui no funileiro indicado por ele e o orçamento foi de R$ 180. Informei a ele o valor do orçamento do funileiro dele e acrescentei que não estava disposta a arrumar meu carro lá pois SEMPRE arrumei meu carro na mesma funilaria que sei que faz um bom trabalho, que entenderia se ele quisesse pagar o valor do meu segundo orçamento (R$ 400). Nesse meio tempo fui em uma terceira funilaria  desconhecida  just to check, e o orçamento foi mais uma vez R$ 400.

O Sujeito me responde dizendo que o funileiro que ele indicou é de confiança e que me pagaria somente os R$ 180 pois os meus orçamentos estavam muito altos. Fiquei irritada até o último fio de cabelo, foram 3 funilarias que cobraram em torno de R$ 400, se o funileiro dele se presta a cobrar R$ 180, me desculpe, não tenho nenhum motivo pra confiar no serviço. Sem falar que a pessoa demorou quase dois meses, pra me dar um retorno desse tipo. Acho que devo ficar feliz por não ter sofrido nenhuma lesão em aparelhos daquela academia, pois se isso acontecesse provavelmente eu morreria no sus, no que dependesse deles.

Respondi pra ele que a única garantia que tenho quanto ao funileiro que ele indica é a palavra de alguém que demora quase dois meses pra resolver o problema causado a um CLIENTE. Que não compete a academia nem a ele escolher onde eu devo arrumar o meu carro apenas porque é o serviço mais barato, afinal quando eu escolhi a AMS Company definitivamente não escolhi a academia mais barata.

Acrescentei que isso é UMA PENA, pois vem de mim e outros alunos o sustento da academia. Com isso ele perde uma cliente e ganha uma péssima imagem para a academia.
E pra terminar, disse que ele depositasse os R$ 180 se é esse o tratamento barato que acha que seus clientes merecem.  (Mas minha vontade mesmo era de dizer pra depositar os R$ 180 reais se isso não for deixar os filhos dele passando fome).

Oi? Eu tô ficando maluca ou esse cara NÃO TEM A MÍNIMA NOÇÃO de como tratar um cliente? Ele me causou um problema e ainda prefere me causar um prejuizo financeiro em vez de pagar putos R$ 400 reais que de fato vou usar na manutenção? Ele acha que é Deus pra me dizer onde eu tenho que arrumar meu carro? Como eu disse no e-mail, não escolhi a academia mais barata,  em troca o que recebo é uma batida no meu carro, um atendimento DE MERDA, porque fazer o cliente ficar correndo atrás de retorno é coisa de empresa mediocre E DE MERDA.

Se fosse um pé rapado eu até entenderia, mas se uma rede de 3 academias relativamente grandes não tem condições de ressarcir o prejuizo de um aluno, me desculpa, mas FECHA A MERDA DAS PORTAS!!!

Não tive resposta do último e-mail, e a essa altura, dúvido até que receberei R$ 180, quanto mais os R$ 400.

Obviamente vou trocar de academia, não vou continuar dando dinheiro pra alguém que me oferece um tratamento mediocre. Infelizmente ainda faltam 2 meses pra encerrar meu plano anual, e vou fazer questão de frequentar a academia nesse período só pra espalhar a história, só pra dizer pra quem eu puder que a academia da outra avenida é bem mais equipada e ainda mais barata, só pra fazer que esse infeliz perca muito mais dinheiro que R$ 400 reais. Sim, guardo rancor, e meu prejuizo será convertido em propaganda negativa.

É como dizem. Cliente satisfeito divulga o serviço pra uma ou duas pessoas. Cliente insatisfeito divulga os maus serviços pra 20 pessoas.

Tratem bem os seus clientes, crianças.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A gente nunca morre em sonhos, né?

Eu não sei vocês, mas eu nunca morri em sonhos. Seja caindo de um prédio altissímo, me afogando ou levando tiros. Nos sonhos nada me atinge. Ou melhor, tudo que me atinge, não gera efeito nenhum.

Eis que hoje sonhei que levava uns tiros de laser (é, meus sonhos são mudernos) e não morria.
Daí o chefe da patrulha do mal disse: ótimo, já que ela não morre, é perfeita pra testar nossa bomba nuclear. Hahuahauhaua

Aí me pegaram e amarraram uma bomba nas minhas costas pra ver se eu morria.

Mas eu fui ninja e consegui arrancar a bomba de mim, lancei neles e matei todosssssss.

FIM.


Com uns sonhos desses quem precisa assistir filmes do james bond né?