sábado, 26 de dezembro de 2009

Love Love Love

Adoro Beatles, isso não é nenhum segredo. E sempre emociona esses espetáculos que fazem com suas músicas.

Não fui assistir o espetáculo Love no Cirque du Soleil, mas o que ví por vídeos eu achei lindo. Across the universe também foi fofo e tal.

Dessa vez a "arte" foi do Starbucks que convidou artistas de 156 paises a catarem "Love" ao mesmo tempo, o resultado foi esse vídeo aqui embaixo.




Estou publicando o vídeo pq realmente achei fodissímo, mas se você não curte Beatles, um outro motivo pra assistir é que ele é o viral do Starbucks Love Projets, lá no site do projeto você pode enviar a sua versão de Love, que ficará disponível pra todooooo mundo, e também poderá ouvir versões que gente do mundo inteiro enviou.

A cada vídeo enviado, o Starbucks doará um trocado para o combate da aids na África . (E como café do Starbucks custa uma fortuna, bora fazer eles abrirem a mão??...rs)

domingo, 20 de dezembro de 2009

Amigo viajando - (Post da série: sincericídio)

Amigo: vou ver algo pra trazer pra você

Eu: não se preocupe comigo ¬¬

Amigo: você não quer ganhar nada? :(

Eu: quero sim, só estava sendo educada.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Na terra dos Fritz's!

Enfim, depois de tantos "Vamos" "Não vamos", acabei parando lá na terra dos Fritz (vulga Blumenau) o último fim de semana/feriado. Como queriamos aproveitar tanto a Oktoberfest (Blumenau) quanto a praia, (Bal. Camboriú) nos hospedamos em Balneário Camboriú.

Saimos (eu e dona @PaullaVillas) do terminal Tietê sexta-feira a noite, onde tomei 3 long necks mágicas e fiquei tontassa, hiiip! Depois de um baitaaaaa trânsito, chegamos pela manhã em Balneário Camboriú, onde , já no Hostel Rezende, nos encontramos com a @Teresafur, que foi de Porto Alegre.
O Hostel Rezende, como todos os hosteis em que já me hospedei, é muito bacana e tem uma regalias que estãos mais pra hotel do que pra hostel: toalha, sabonete, frigobar etc - tudo isso por precinho de Albergue, pagueii, ãhnn, R$ 34 pela diária (em quarto triplo, que dividi com as meninas).
O café da manhã é ótimo, o pessoal do staff é bacana, tem cozinha compartilhada, luggage room , internet e tudo mais. Por incrível que pareça, só conhecemos paulistas naquele hostel, só galera que tinha ido pra Oktober. De quebra ainda descobri lá um amigo de um amigo! esse mundo é uma laranja!
Ficamos em camboriú no comecinho da tarde, passeamos e almoçamos a beira mar, aí voltamos pro hostel pra nos aprontarmos e rumar pra Blumenau. Saímos da rodoviária umas 16hs, pq queriamos chegar a tempo pro desfile no centro de Blumenau - não deu muito certo, pegamos trânsito na entrada da cidade e no fim chegamos no finalzinho do desfile, mas ainda deu pra curtir um pouco.
Eu confesso que nem estava dando bola pra ver o desfile. Mas gente, é simplesmente LINDO. Sério mesmo. Vou até confessar, não sei o que me deu, mas meus olhos até marejaram de água. NÃO sei o que me deu, mesmo! mas enfim, é lindo demais toda aquela movimentação em torno de um bem comum: A cerveja. Merece muito ser visto.
Daí depois do desfile demos umas voltas no centro de blumenau, que fica super animado com vários grupos de pessoas vestidas a carater, tocando marchinhas alemãs, bebendo e fazendo farra. Um barato mesmo. É quase impossível tirar uma foto individual lá, quando posamos pra foto, junta uma galera ao redor pra aparecer na foto, hahaha. Aí também começa a vibe micareta, sempre tem um que tenta te agarrar, isso é foda.
Depois fomos pra Vila Germânica, onde rola a festa. Chegamos hiper cedo, mas foi aí que deu pra aproveitar, porque depois de meia-noite o lugar ficou ENTUPIDO de gente.
Cabe mencionar que na Vila germânica a vibe micareta fica mais acesa ainda. É IMPOSSÍVEL andar mais de 200 metros sem ser assediada, sério mesmo, e nem faz diferença se você é baranga. É uma micareta do sul, totalmente. Pra se ter idéia, há displays de camisinha free nos banheiros. Não preciso falar mais nada, né?
Mas eu me mi amicas somos comportadinhas e voltamos sem beijar [/orgulho].
Nessa vibe selvagem nón rola, sério mesmo. Ainda mais lá pro meio da festa em que só tinha nego bêbado.
Antes da super lotação:

Depois:
Só tinha 120 mil pessoas lá no último sábado. Só.
Mas apesar dos pesares, deu pra aproveitar (pelo menos até onde eu conseguia sentir meus pés).
Ficamos até as 6 em Blumenau e pegamos o primeiro ônibus pra Balneário Camboriú. Domingo fez um dia LINDOOO, que perdemos dormindo. Lamentável.
Segunda-feira amanheceu na chuva, e por um momento pensamos que fossemos perder a tarde toda em virtude disso, mas ela deu uma trégua e conseguimos fazer o passeio de teleférico que é realmente IMPERDÍVEL. Infelizmente minhas fotos não ficaram muito boas pois o tempo estava horroroso, mas da pra ter uma ideia de como o passeio é foda, e a praia de Laranjeiras linda de viver.
Foto do mirante porque ambiental (parada do teleférico) - praia de laranjeitas ao fundo.

Teresa fotografando o Jack, rsrs
Depois foi voltar pra casa. Ainda estou na deprê pós viagem, sério mesmo. Não é admissível que eu esteja aqui, passando raiva no trabalho e querendo matar meio mundo, enquanto há uma praia cheia de amor em Santa Catarina.
Tou deprê. FIM.
*Esse post está um merdê, sem um pingo de humor e cheio de erros de português. Relevem.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Gafes

O último pois que comecei a escrever narrava a coisa bizonha que foi minha colação de grau, mas aí deu pau no navegador e perdi quase tudo, desisti de postar. Desde então venho protelando pra escrever aqui, mas hoje merece.

Escreve aqui a Rainha das gafes, muito prazer. Hoje cometi uma, TREMENDA.

Ontem mandei um e-mail pra pousada onde vou me hospedar no feriado, questionando o preço de um passeio que quero fazer.
O cara me respondeu educadamente, só que o valor era 2x mais do que fazendo o mesmo passeio por conta própria.

Respondi: "Que preço absurdo, estou passada!"









Não, eu não pretendia responder isso à ele. Eu ia era encaminhar o e-mail pra @paulavillas e @teresafur

Recurso "undo" do gmail, te dedico.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Copa do mundo

Copa do mundo de futebol é um evento que me faz pensar, e muito. Nem sou de acompanhar futebol não, só em época de copa de olhe lá, mas copa do mundo é considerada por mim uma unidade de medida de velhice.

Como assim, Ezabel?

A primeira copa que me lembro com mais detalhes é a de 94. Eu tinha 9 anos. Foi a clássica final Brasil x Argentina nos penalts, foi a copa em que nasceu o filho do Bebeto, Branco era o capitão! ó, lembro de quase tudo. Eu tinha 9 anos de idade. Fazem quase 16 anos! DEZESSEIS ANOS! caralho, tô velha.

Na copa de 2006 eu tinha 21 anos. Entre um chopp e outro, eu só conseguia pensar que na última copa, a então de 2002, eu tinha 17 anos. E que na próxima copa eu teria 25 anos.

Well, 2010 taí gente, tenho quase 25, e caracôlas, em 2006 parecia que ia demorar tanto pra chegar.

A copa de 2010 nem chegou ainda, e eu já penso que na copa de 2014. Terei 29, serei quase uma Balzaca.

Mundo, pára de girar agora que eu quero descer no próximo ponto.

sábado, 15 de agosto de 2009

Álcool

Sabe, nem sou de beber, gente. Devo ter bebido só uma bicicletinha vagabunda até hoje. Ai toda vez que bebo, dia seguinte me lembro do motivo.

Primeiro pq nunca fui freqüêntadora assídua de bares, segundo pq meus amigos nunca moram perto de mim, e considerando que eu não moro, me escondo, é fato que vou ter que voltar pra casa dirigindo SEMPRE. Terceiro e último motivo: já percebi que o que eu adoro é papo de mesa de bar, não da bebida em sí. Nos casos gerais, beber é um mero pretexto pra encontrar amigos e ficar falando besteira em uma mesa.

Em outros casos, bebo quando viajo, porque né, socializar é preciso. Mas no fundo no fundo, sinto que bebida estraga um pouco das viagens, pq no dia seguinte, por mais que a ressaca seja mínima, é certo que ao menos vou ter uma sede filhadaputa o dia inteiro.

Quando eu digo beber, entenda-se ingerir cerveja até chamar urubú de meu lôro, porque de beber um bom vinho ou alguns drinks, moderadamente, eu gosto sim.

Não entendo porque as pessoas não podem socializar bebendo um todinho, heim. (chuva de pedras na minha cabeça). Pq sério, eu não preciso de bebida pra falar besteira porraloucamente, o ar noturno de sexta-feira já me deixa assim naturalmente, e curtir sem passar pelos incomodos pós-bebida seria realmente bom.

Mas aí sentar numa mesa de bar e não beber, também não rola. Pq todo mundo bebe, também sinto necessidade de beber. Mediocre isso, mas é verdade. Ai bebo sim, mas nem é por gostar ó.

sábado, 1 de agosto de 2009

Rapidinha


Eu acredito em fadas, duendes, papai noel, saci-pererê, político honesto e realização profisional.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

The End

Estive na faculdade ontem e hoje, assistindo apresentação de TCC de amigos - agora sim posso dizer que isso de fato ACABOU! Meu TCC foi apresentado semana passada, mas céus, eu sofri pelos outros até hoje. Assisti 3 apresentações nesses dois dias. Senti a agonia de todos, vibrei ao ouvir o "Estão aprovados" proferido pela professora, tal qual na minha apresentação.

E sim, só depois das últimas apresentações, que fiz questão de assistir, a epígrafe do meu TCC teve um verdadeiro sentido pra mim.

“Em todo este mundo, não há nada mais inspirador do que ver alguém que acabou de se livrar de uma obrigação” (Linus van Pelt)


Êêêêêê, ACABOUUUU GALERÊ!!!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O fim da novela TCC

E pourraaa, desculpaê o post! Mas já choraminguei tanto aqui, que vocês merecem um desfecho pra essa história, né.

Finalmente, FINALMENTE, entreguei a porcaria do meu TCC na quarta-feira passada, dia que completei 24 anos. Me livrar disso no dia em que fiz aniversário realmente me trouxe um motivo pra comemorar, pois me livrar do TCC foi quase como.....renascer!

Mas como dizem, nada de contar com o ovo no cu da galinha, então deixei a comemoração pra hoje, já que ontem fiz a minha apresentação, e, apesar da qualidade do trabalho estar abaixo da linha de qualidade estipulada por mim mesma, foi tudo bem na apresentação e a banca até elogiou o trabalho. (vantagens de se fazer tcc sobre um tema que a banca não domina, rá!).

Enfim, O FIM! O fim que parecia tão irreal, tão inatingível, foi alcançado. Por uns 40 minutos tive a sensação que todos os problemas da minha vida estavam resolvidos. (mas enquanto eu estava voltando pra casa lembrei que haviam outros problemas além desse, droga!).

Todos juntos, cantem We are the champions comigo! (recomendo abrir o vídeo em uma janela separada, minimizar e ouvir só a música, afinal, ninguém merece ver a taturana que Freddie Mercury carrega abaixo do nariz).

E pronto. Fica aqui meu MUITO OBRIGADA, DE VERDADE, a todos os amigos que me aguentaram nessa fase negra e que me ajudaram a nao desistir. Do fundo do meu coração, se eu não desisti dessa merda desse trabalho foi por que vocês me ajudaram muito, OBRIGADA MESMO! Musiquinha dedicada aos amigos (as)!

Sem mais, me convidem pra beber.

terça-feira, 19 de maio de 2009

papeando e confabulando sobre o TCC

Bel diz:
acho q vamos ter q por uma vlan pra separar a rede administrativa da rede dos caixas, na matriz...

Bel diz:
cada coisa q vou fazer nesse trabalho é como se tivesse jogando um pedaço de merda no ventilador

Rubens diz:
pq?

Bel diz:
pega um pedaço de merda...
joga no ventilador....viram vários pedaços, e se espalham pra tudo quando é lado, "emerdecendo" tudo...

Bel diz:
igualzinho o tcc

sábado, 16 de maio de 2009

Da arte de interpretar nicks de msn




fio diz:
só uma pergunta... como está o TCC?


Bel diz:
terrívelmente atrasado.


fio diz:
putz.. é que é a primeira vez que vejo uma msg não referente ao tcc no seu msn

Bel diz:
ai que você se engana

---------

é, ele não leu esse post

rs

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Obrigada

Só pra deixar meu obrigada aos que deixaram comentários, afagos e esporros por aqui e no twitter. E claro, obrigada também as pessoas da faculdade que não deixaram comentário aqui, mas que eu sei que leram, pois apareceram com palavras amigas. (né Igor)

Não sei quem viralizou esse dramalhão mexicano (Atchin!) na facul, mas da próxima vez faça direito e leve uns tomates ok?

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Brincadeira.

São nesses horríveis momentos que descobrimos pessoas bacanas com quem podemos contar. Obrigada mesmo, meuzamigo.

* Ainda estou em pânico, ainda não sei o que vou fazer com o tcc, mas já desisti do harakiri.

E aos amigos, desculpem a ausência, desculpem o incomodo. Sei que isso parece papo de quem deixou o tudo pra última hora e depois aparece pra chorar o leite derramado. Eu juro que realmente tentei evitar isso, meus amigos sabem quantas coisas deixei de fazer, quantos evetos furei, pra tentar fazer o maltido tcc, e no final não saia, não me divertia, e não fazia o tcc PQ NÃO CONSEGUIA e só me estressava mais. Resultado: surtei de ontem pra hoje, não trisca em mim que eu choro.

Honra ao mérito à vocês que estão me suportando, se eu fosse minha amiga eu já teria me mandado pra puraqueopariu. Mas como não sou minha amiga - me odeio - e não posso me livrar de mim mesma, sou obrigada a aguentar.
Espero um dia voltar a ser a eu de antes, ter minha vida de volta, tá difícil existir sem ela.

Só um desabafo..

Tenho a impressão que toda aquela coisa de ser boa / perfeitinha em tudo, durante a infância/adolescência me fez crescer uma adulta imbecil que não suporta trombar com obstáculos grandes.

Cresci sendo boa aluna, nunca tirei nota vermelha, sempre fiz tudo com muito empenho e muito capricho, tinha os melhores trabalhos da classe, e sim, fazia isso com PRAZER!

Ai fui pra engenharia – e foi no meio dessa estrada construída de circuitos elétricos e hipotenusas, que o que era prazeroso, foi se tornando cada vez mais cansativo. E o prazer? Foi vencido pelo cansaço, se perdeu na curva de alguma parábola ou ficou enganchado na quina de alguns isósceles por ai.

Pela primeira vez a vida esfregou na minha cara o quando sou fraca. Na primeira DP, a motivação que ainda me restava foi mandada pro espaço, só deus sabe como insisti e como meus amigos foram ótimos em tentar me manter no curso. Fraquejei por 6 meses, e no fim das contas, parei. Só eu (e tá, 9787438 pessoas que assistiram) sabem o quanto chorei naquele dia em que tranquei a matricula. Andei a av. Paulista de ponta a ponta chorando. Eu chorava, chovia, chuva, lágrimas, parecia uma coisa só.

Tia da quinta série, Professora Vilma do colegial, odeio vocês por nunca terem me deixado de recuperação, odeio vocês por nunca terem me ensinado desde cedo o que é fracassar, e o que é superar um fracasso.

Sinceramente, não sei exatamente quando perdi o prazer por tudo relacionado a estudos, mas mesmo que não chafurdado em enormes equações e funções geométricas, meu prazer em estudar ficou em algum lugar. Hoje sou aquela garota pouco esforçada que anos atrás eu criticava.

Mas indo direto ao ponto, tenho 2 semanas pra entregar meu TCC. Está longe do fim, e o que já está feito, não está bom, confesso (Sem um pingo de orgulho). E isso por CULPA MINHA, porque eu adiei as tarefas, porque eu não fiz as coisas quando deveriam ser feitas. Tá, meu grupo de TCC também não ajuda em nada nessa situação, pois mesmo reconhecendo que fui relapsa com meu tcc, o restante do meu grupo consegue ser ainda muito pior do que eu. EU TENTEI, juro que tentei tirar forças sei lá da onde, mas elas não surgiram.

Meu eu de 10 anos atrás teria terminado esse trabalho mesmo sozinha. Meu eu de hoje ainda se pergunta onde foi parar o prazer em fazer um trabalho bom, onde foi parar a concentração, onde foi parar o sentido de tudo isso? Onde foi parar a minha vergonha na cara??

E bem, há 2 semanas do prazo final, sendo uma pessoa que trabalha 9 horas por dia e tem aulas à noite, realmente não há muito o que se fazer.

E mais uma vez o fracasso bate aqui no ombro e fala: Desiste logo, minha filha, faz essa merda semestre que vem!

E isso provavelmente vai acontecer, pois sou fraca e desisto antes do juiz apitar o fim do jogo. Não suporto mais esse estresse e sofrimento. [lacrimejando].
Agora assumo isso aqui publicamente. EU SOU UMA MERDA! JOGUEM TOMATES!!

sábado, 9 de maio de 2009

Sinal de vida

Passando apenas pra dar um sinal de vida, porque realmente não tá dando pra atualizar isso aqui.

Motivo: TCC: Trabalho de Corno do Caralho

Mas continuo me esforçando pra postar no Corporativismo Feminino toda quarta-feira, e lá todo dia tem post novo das amigas corporativetes, então passem lá! ;)

Ah sim, volto com as atividades normais aqui no meu aniversário: 10 de junho, data em que entrego meu tcc e praticamente vou renascer, hahahaha.

Beijão =*

sábado, 24 de janeiro de 2009

Triste história de um toupeira brasileira - PARTE II. (ou: O dia que caí na pegadinha do Ivo Holanda)

Sintam só o drama de ontem. Mas antes, uma breve introdução:

Em dezembro, antes de viajar, a toupeira brasileira aqui resolveu deixar o boleto de janeiro da faculdade pago. Só que eu provavelmente estava chapadona de Polaramine quando paguei o boleto, pois paguei R$ 60 num boleto de R$ 760. Ok. Podem me julgar, atitude altamente execrável confirmar o pagamento sem olhar direito na tela qual valor foi digitado.
Fato é que, como eu ia viajar, e na ocasião, o financeiro da faculdade estava em recesso (Oi? Eu deixo pra pagar minhas contas na véspera de reveillon) e a faculdade informou que a única forma de corrigir isso seria indo pessoalmente na faculdade pra fazer o pagamento, foi me dado o prazo de até 23 de janeiro, para ir à faculdade acertar a situação.

Toupeira brasileira que sou deixei pra fazer isso ontem. Yeah, último dia.

Agora sim, o drama de ontem:

Cheguei na faculdade com a intenção de pagar no cartão de débito, mas chegando lá fui informada que eles não aceitam nenhum tipo de cartão, nem débito nem crédito. Cheques? Também não.

Comecei a me perguntar em que porra de faculdade que estudo, já que até na barraquinha de Yakissoba do Xing aceita Rede Shop, mas na minha faculdade não. Inclusive na cantina (cantina, que uó de palavra) aceita todos os tipos de cartões, mas no fucking financeiro da faculdade não aceita.
E atentem para o detalhe que eu estudo em uma faculdade de tecnologia. Inclusive o termo “Tecnologia Avançada” integra o NOME da faculdade. Piada pronta né, eu sei.

Saí da faculdade pra tentar sacar dinheiro e descobri o triste fato que o limite para saques do meu banco é de R$ 500 por dia, faltaria ainda R$ 200. Zicaaaa dos infernos, me neguei a acreditar que ia sair de lá sem pagar o boleto.
Na hora lembrei das 223 cartinhas que já recebi da Mastercard falando que meu cartão de crédito tem um limite X para saque, finalmente pensei, essa porra vai servir pra alguma coisa né? Pago alguma taxa por sacar com esse cartão, mas pelo menos não preciso voltar aqui.

Primeiro tentei no caixa do Itaú (meu banco), que nem leu a merda do cartão. Fui andando desolada, quando avistei um shopping! Pensei que estava salva, afinal, dentro do shopping teria algum caixa que me permitisse sacar com o tal do maestro. Vi um caixa do Bradesco com todas as bandeiras possíveis, pensei, é tu mesmo! Leu o cartão, opção de saque, digitei o valor, digitei a senha: “operação indisponível no momento, tente daqui alguns instantes”. Tentei nos 89389423 instantes seguintes em todos os caixas do Bradesco que encontrei, mas nada de funcionar.

Tentei no caixa do Banco 24 horas, nada. Banco do Brasil, nada. Santander, nada. Detalhe, TODOS tinham a fucking bandeira Mastercard/Maestro, mas meu cartão não funcionava. O ridículo disso tudo é que quando estive na Argentina saquei dinheiro até no Banco Patagônia e funcinou, mas no Brasil nada funcionava.

Lembrei que tinha o cartão submarino na carteira, que também permite saques na rede do banco 24 horas. Fiz a dancinha da alegria e fui alegremente no caixa do banco 24hs, tudo funcionou lindamente! Exceto pelo fato que eu não lembrava a senha do cartão, mero detalhe.....hunf.

Já estava voltando desolada, quando avistei uma agencia do Bradesco, com dezenas de caixas eletrônicos novinhos olhando para mim. Pensei, porque não tentar novamente? Afinal a mensagem dizia: “operação indisponível no momento, tente daqui alguns instantes”, já se passaram muitos instantes, não? Fui lá mais uma vez.

No meio da tentativa de saque tocou meu celular, praguejei o quanto pude. Ao atender (e digitando no caixa eletrônico simultaneamente), a voz de uma moça do telemarketing:

- Por favor, a senhora Isabel?

- Eu mesma (e praguejando contra aquela criatura me interrompeu no meio da operação no caixa)

- Aqui é fulana do security da Mastercard, gostaria de consultar quando foi a última vez que a senhora usou o cartão de crédito, pois suspeitamos que ele esteja sendo clonado, devido as sucessivas tentativas de saque na última hora, em diversos caixas eletrônicos de bancos diferentes.

(Teto preto totallll, Ivo Holanda provavelmente é o novo presidente da Mastercard e estava fazendo pegadinha comigo. A porra do saque não funcionava em nenhum caixa, mas eles monitoraram todas as minhas operações. Certamente vão fazer um curta metragem sobre essa piada e transmitir no “Topa tudo por dinheiro” do Silvio Santos. Aguardem, vou virar estrela.)

- É minha filha, tô tentando sacar algum dinheiro pra comprar Alprazolam, mas só me aparece “operação indisponível no momento, tente daqui alguns instantes”. Já tentei em 784723847293 instantes, mas esse caixa realmente está marrento.


Depois dessa, desisti. (antes que a Mastercard enviasse a minha localização para o FBI e um policial comendo rosquinha viesse decretar minha prisão preventiva por clonagem do meu próprio cartão).

Era o último dia pra pagar o boleto sem a monstruosa multa. Voltei na falculdade totalmente desolada, fiz cara de gatinho do Shrek, respirei fundo e:

- “Moça, só consegui sacar R$ 500, posso pagar uma parte? Não me cobra multa moça, por favor, é o limite do meu banco, onde posso conseguir R$ 200 agora? Sabe de algum lugar pra vender a alma aqui por perto? Tentei conseguir dinheiro de todo jeito, só não dei que não deu”.

Ok, ela me deixou pagar na segunda-feira sem multa.

Segunda-feira essa que eu não queria de forma alguma ter que sair de casa, já que vou trabalhar de madrugada de domingo pra segunda. Infernosssssssssss.

(Mas já que eu vou ter que sair, alguém me acompanha numa cerveja na Av. Paulista segunda-feira a noite?)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Triste história de um toupeira brasileira

A toupeira aqui levou uma multa em dezembro, porque estava jogando tétris no celular enquanto dirigia, pra passar o tempo no trânsito, sabem?

O carro da toupeira aqui está no nome do toupeira-pai, logo, fez-se necessário preencher um formulário e enviar pelos correios para o DSV, solicitando a transferência dos pontos da habilitação do toupeira-pai para a toupeira-filha.

A Toupeira filha enviou o documento por carta simples, em vez de usar carta registrada. Saúdem a toupeira por isso!

Agora que chegou a 2° notificação da multa, a toupeira percebeu que os pontos não foram transferidos. Grande toupeira!

Toupeira tentou se comunicar com a CET pelo telefone da prefeitura (156) e foi orientada a ligar no Detran-SP.

Primeira constatação: Ligar no 236-0873 e falar com o Bozo ou a Vovó Mafalda é muito mais fácil do que conseguir contato com o Detran-SP.

Quando conseguiu contato com o Detran, a toupeira foi orientada a ligar na CET, e quando conseguiu contato com a CET, toupeira foi orientada a ligar no 156 da Prefeitura, primeiro telefone para o qual a toupeira havia discado.

Resumo da ópera: Toupeira vai usar seu último dia de férias para ir pessoalmente no Detran e tentar resolver isso, já que o atendimento telefônico de todos os orgãos públicos envolvidos parecem ser atendidos por uma mesma equipe de Bananas de Pijamas ou Teletubbies.

Isso é Brasil, isso é a prefeitura de São Paulo prestando um excelente atendimento aos contribuintes.

Toupeira brasileira sofre viu!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Procurando um dom

Desde criança, venho tentando descobrir qual o meu dom. Dom, do latin donu: Dádiva, dote natural, talento, habilidade especial para fazer algo.

Minha primeira tentativa foram os desenhos. Não que eu tivesse habilidades artísticas, mas sempre fui muito caprichosa e perfeccionista, e depois de algumas horas observando um mesmo desenho, conseguia reproduzi-lo de forma bem parecida - isso quando, de tanto usar a borracha, não produzia um belo buraco no papel sulfite.

O próximo passo foi tentar reproduzir objetos e paisagens, e foi nesse momento que a arte esfregou em minha face rosada que aquele não era meu dom. Noção de perspectiva e distância não eram meus fortes, e até hoje não são.

A fase dos desenhos passou, então, fui buscar alguma habilidade nos esportes. Mais uma vez, em vão. Nunca fui destaque nos jogos de queimada, vôlei, futebol, basquete ou qualquer outra coisa do gênero, e sendo sincera, devo afirmar que nem gostava daquilo.

No alto dos 13 anos, descobri o tênis de mesa, realmente comecei a gostar daquele novo esporte. Treinei, treinei, treinei incansavelmente, mas não adiantava, por mais que eu treinasse, meus primos sempre jogariam melhor do que eu. Mais uma vez, não era meu dom.

E claro, no meio disso tudo, tive uma passagem pelo mundo dos videogames. Não preciso mencionar que nunca consegui tirar a pobre princesa do Mario Bros do calabouço.

Há poucos anos, com o advento dos videokes, descobri como é gostoso e extasiante cantar. Desejei com todas as forças ter uma boa voz para o canto fosse meu dom, inutilmente.

Por fim, sempre achei fantástico e invejei pessoas que tem o dom com as palavras, e assim como das outras vezes, desejei profundamente tê-lo. Mas novamente, constatei que esse não é meu dom. As palavras não fluem tão facilmente quanto eu gostaria, não tocam tão profundamente quanto eu almejo e nem sempre execram tudo que quero dizer.

Mas sempre fiz tudo com muita dedicação, paixão e perseverança, e se nunca fui a melhor em nada, posso afirmar que nunca estive perto de ser a pior.

Confesso que, se um dom ainda não encontrei, paixões pelo caminho encontrei muitas. Por isso continuo desenhando, cantando e escrevendo.

Vai ver esse é meu dom, encontrar paixões.




Retrato da infância de Anália Maia feito por mim, hahahahaha.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Atualizacao rapida (e sem acentos)

Apenas uma fotinha direto do território inimigo :)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Diretamente do territorio inimigo..e sem acentos.

Postando rapidamente direto de Buenos Aires sem acentos em 10 minutinhos.

Enfim, cheguei!
Cara, me falaram que aqui é muito normal ver manifestacoes na frente de casa rosada, pois é. cheguei aqui e tive que andar alguns kilometros pra chegar no hostel, o taxista me deixou umas 10 quadras antes pq a Av. de Mayo estava (na verdade, ainda está) interditada. A principio pensei que fossem manifestantes, mas nao nao...é algum evento que passam uns carros estranhos na avenida, os pilotos sobem no teto do carro para saudar o povo e todo mundo se muvuca pra assistir.

MUVUCAR, do verbo um monte de argentino EM CIMA dos pontos de onibus, trepados nas arvores e onde mais for possivel pra assitir. Fiquei perplexa, nunca ví tanta gente trepada no ponto de onibus, papo sério (em breve, fotitas).

Fuiii! tenho mais o que fazer! (e tem gente querendo usar o micro, hehe).